Curso: Pedagogia Católica para aplicação das Famílias

16 jul

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Inscreva-se no meu curso Pedagogia Católica para aplicação das famílias, que realizarei com meu esposo via web a partir de setembro. As vagas são limitadas e o conteúdo está imperdível! Nele você terá acesso aos princípios e ideias filosóficas da Educação Católica em geral, e perfeitamente compatível com as necessidades atuais.

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Estrutura do curso:

O curso iniciará no mês de setembro;
As aulas serão dadas através de vídeos, disponibilizados semanalmente (aos sábados) para os alunos inscritos;
O curso terá duração de 12 semanas;
Os alunos receberão login e senha para o nosso site de aulas, onde poderão acessar o conteúdo no dia e horário que acharem mais conveniente;
Os alunos podem tirar suas dúvidas através de comentários nas aulas, ou pelo e-mail do curso para suporte individualizado.

Objetivo do curso

No curso Pedagogia Católica para aplicação das Famílias vamos apresentar, através de aspectos filosóficos e práticos desenvolvidos pelos educadores do catolicismo, algumas ferramentas úteis na educação de crianças e jovens.
Alguns dos temas abordados:
Breve análise da pedagogia contemporânea;
Filosofia pedagógica do Catolicismo;
Aspectos práticos (como estudar, uso de materiais, métodos adequados, etc.);
Como integrar o fim último do homem (salvação eterna) à educação intelectual dos filhos?
Alguns aspectos do método de ensino dos Jesuítas;
e muito mais…

Inscreva-se:

Acesse os links do Hotmart para efetuar o pagamento. A inscrição acontecerá automaticamente e você receberá no seu e-mail login e senha para o nosso site. A data do início do curso será enviada por e-mail, com eventuais instruções. Vagas limitadas.
Faça sua inscrição agora:
Pagamento a vista: https://www.hotmart.net.br/checkout.html?order=V2075495V
Pagamento parcelado: https://www.hotmart.net.br/checkout.html?order=V2075495V&off=d4x3y6kk

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Quer saber mais? Leia o texto abaixo e não perca esta oportunidade:

Você sabia que a Igreja Católica, com seu empenho civilizador, criou os maiores e melhores movimentos educacionais que o mundo já viu? Na Idade Média, auxiliada por imperadores, reis e nobres em geral, impulsionou a educação e criou a tão famosa Escolástica; com os jesuístas e sua Ratio Studiorum educou todos os novos povos colonizados pelas nações católicas; com São João Bosco renovou os métodos educacionais que já não se adequavam à mentalidade do seu tempo; além de tantas outras ideias pedagógicas influenciadas direta ou indiretamente pela doutrina católica.
Nosso curso tentará suprir um pouco da necessidade que tantos católicos vêm tendo em matéria de educação: como educar de maneira integralmente católica? Muitos pais e educadores se veem diante desta questão, no entanto sem uma solução muito clara. Num mundo em que tudo parece empurrar nossas crianças para longe de Deus, das virtudes e da sabedoria, o que fazer? Basta dar o catecismo e deixar que o restante se resolva por conta própria? Sabemos que não é bem assim. Nosso papel é muito maior: temos que auxiliar nossas crianças a se desenvolverem da melhor maneira possível, em todos os aspectos – intelectual, moral e emocional. E, acima de tudo, sendo também bons católicos.
É aí que se encontra o ponto central do curso Pedagogia Católica para aplicação das Famílias. Nele, vamos apresentar algumas ferramentas (teóricas e práticas) desenvolvidas pelos educadores do catolicismo que são muito úteis na educação de crianças. Então, o que queremos te oferecer neste curso é um modelo de educação católica.
Nosso curso não será, portanto, um curso sobre como dar catecismo, como ensinar a doutrina católica para crianças. A nossa principal questão será: qual é a perspectiva católica da educação? Como a Igreja, através de seus pensadores, idealizou a educação? Como ensinar as disciplinas – história e português, por exemplo? E qual é o valor destas disciplinas na educação como um todo? O que é mais importante na educação de crianças: a formação intelectual ou a formação do caráter? O curso envolve, em primeiro plano, esclarecer os princípios que envolvem a própria ideia de educação católica; e, em segundo plano, dar soluções práticas da aplicação destes princípios, tomando como exemplo os próprios movimentos educacionais católicos. Todas essas questões serão discutidas por nós, aqui, no curso Pedagogia Católica para aplicação das Famílias. “Aplicação das famílias” justamente porque a maneira que abordaremos o tema será para que os pais se sintam capazes de dar os rumos da educação dos próprios filhos, tendo condições de fazer as melhores escolhas sobre métodos, disciplinas e ritmo de estudo.
O que precisamos ter em mente, quando falamos em educação, é que por trás de toda pedagogia há uma filosofia – ou seja, uma concepção que molda as atividades do homem. Então, não existe escola e pedagogia neutra, sempre haverá uma intenção, que pode auxiliar ou não a educação das crianças.
Neste curso, nosso objetivo é oferecer uma visão geral das ideias pedagógicas do catolicismo: sua base filosófica e os aspectos prático-metodológicos. Portanto, nosso curso é voltado principalmente às famílias e educadores católicos, que desejam ter uma introdução à pedagogia católica ou aprofundar-se no seu estudo. De início, esclarecemos que exporemos o assunto de maneira acessível, para facilitar o entendimento e a aplicação das ideias apresentadas; pois, o intuito é dar orientações que os pais/educadores possam aproveitar com os seus filhos e alunos.

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No programa Modéstia e Pudor!

26 mar

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Fechamento do blog

3 jan

Não é sem algum pesar que eu venho comunicar o fechamento do blog “Teus Vestidos”. Imagino a surpresa de alguns, especialmente aqueles que descobriram  o blog há pouco tempo; para quem acompanha a trajetória desde o início certamente ficará o sentimento de perda… mas é preciso reconhecer que a maioria das coisas têm fim, e é o que aconteceu com o blog.

Não é uma decisão momentânea, mas algo que venho pensando, mais claramente, há 1 ano. Admito agora que as boas razões para continuá-lo já não são suficientes para me manter atualizando-o. É verdade que tenho pouco tempo. Quando comecei a postar tinha muito tempo livre, entre faculdade e um emprego três vezes por semana; acima de tudo, tinha disposição para passar – literalmente – horas pesquisando, salvando fotos e até mesmo editando algumas imagens, na tentativa de fazer posts interessantes. Esse tempo acabou e as poucas horas que tenho livre não são  para que eu pense em dividi-las entre as pesquisas em sites de moda e modéstia, e minha família, meus filhos e um bom livro.

Acredito igualmente que o blog cumpriu seu objetivo.  Quando comecei, não haviam tantos blogs falando sobre o assunto; os que haviam não pareciam fazer um contraponto interessante. Quando eu comecei a participar do Moda e Modéstia, da Julie Maria, por exemplo (uma época boa, sem dúvida, mas não sem alguns equívocos – especialmente de minha parte, a única de quem realmente posso falar), as imagens e sugestões eram quase sempre de senhoras americanas com conjuntos até elegantes, porém sérios e quadrados demais, parecidos com os modelos da década de 80 e 90, em termos de moda recatada. Nada contra, mas era sem dúvida limitado; era modesto e eu diria até mesmo que bonito em certa medida, mas era tão seguramente modesto que soava falta de coragem: falta de coragem em mostrar outros estilos, outros padrões. Não havia nada moderno ou inusitado de nossa parte.

Por outro lado, havia o Femina, que a maioria de “nós” se recusava a ver, porque apesar de algumas coisas bem bonitas, tinham fotos  (nem vou usar o termo sugestões, pois a autora reitera sempre que quando se trata de fotos com imodéstia, nunca são conselhos propriamente ditos) duvidosas. Não estou falando de calças, pois esse não é o ponto mais importante, embora possa parecer que era. De qualquer forma, a mim parecia que faltava, portanto, sair da zona de segurança quando se tratava da modéstia mais padronizada – ou se você preferir, para quem só iria sugerir saias e vestidos. E foi por isso, e não por outro motivo, que eu fiz o blog, na mais honesta tentativa de melhorar o meu gosto pessoal, que andava extremamente brega por falta de inspirações. Atualmente, pode parecer até inverossímil que eu não soubesse que uma saia plissada, uma blusa de renda e acessórios pudessem cair tão bem, mas eu não sabia. Passei a vida inteira de calça e camisa: quando quis mudar meu estilo, não tinha referências.

Posto deste modo, eu vejo que embora não seja “A” responsável por mostrar coisas completamente originais, o Teus Vestidos conseguiu fazer com que minhas amigas e conhecidas se alegrassem mais com os modelos de moda modesta. Certamente alguns estilos que já estavam em outros blogs, talvez perdidos no meio de tantas postagens… não à toa, eu tinha na minha lista de favoritos diversos destes blogs, sempre consultados para retirar o melhor, de modo que a minha página soava como um verdadeiro garimpo. Quando eu mostrava os links de minhas fontes para algumas pessoas, elas não conseguiam tirar absolutamente nada de modesto… e isto porque, de fato, eu procurava bastante.

Além do tempo e do sentimento de “dever cumprido”, encerro as atividades deste blog, principalmente, por uma mudança de abordagem.  Algumas pessoas podem ter percebido que isso aconteceu há tempos. Longe de afirmar o que não pode ser feito, eu passei a considerar mais o que pode ser feito, pois realmente é a única coisa que funciona na prática com alguma sanidade. Dizer o que não deve ser feito gera muita polêmica, inimizades e até macumbas. Lembro-me claramente de ter feito um post sobre a saia maxi, e – devo admitir – com um tom de “Gulag” ter dito que tais cores e tais combinações eram indignas da mulher católica. Exageros de minha parte,  embora eu ache que nem valha a pena me explicar muito, mas o fato é que ganhei tantos desafetos afirmando que amarelo limão (sei lá se era isso) com pink caíam mal, que meia dúzia de pessoas cometeram suicídio virtual contra a Luciana Lachance que elas acham que existe. É preciso dizer igualmente que  eu não tenho – ninguém tem, aliás – plena certeza de como ajudar as pessoas nesse mundo de contradições em que vivemos.

Um exemplo claro pode ser dado levando em conta a minha experiência: há  alguns anos atrás, achávamos (eu não vou dizer os nomes) que íamos mudar o mundo com o nosso apostolado de modéstia. Ainda permanece bastante vivo na minha memória o momento em que nosso diretor espiritual chamou nós quatro e nos deu algumas tarefas dentro deste apostolado que nascia… cada um de nós recebeu uma função a   desempenhar, mas a verdade é que nem tivemos a chance de fazer nada, porque deste dia em diante, nos separamos completamente. Boa parte das pessoas que conheço e tentaram abraçar a modéstia da maneira como estávamos apresentando, tiveram crises de consciência. Uma de nossas amigas, meses depois de reformular o guarda-roupa, tinha o cabelo de uma cor parecida com verde. Algumas entraram em depressão. As mais radicais irão dizer que elas não foram fortes o suficiente, ou até mesmo que estão tentadas pelo Diabo. Definitivamente, eu não sou uma dessas pessoas. A abordagem era muito equivocada: alguns textos preciosos do magistério da igreja, por vezes descontextualizados, claro, mas o maior erro era achar que haveria um ponto em que você atingiria a modéstia, tal como o nirvana, e neste dia, você não teria mais com o que se preocupar. Até lá, apenas sofrimento.

Você pode se perguntar o porquê de eu estar contando essas coisas: cinco anos depois, eu ainda escuto das minhas amigas mais próximas, o quanto é difícil mudar e o quanto elas se sentem feias e ridículas vestidas só de saias abaixo do joelho e blusas de mangas médias. Eu sei que é o mundo que é feio e ridículo, com certeza, para fazer com que mulheres femininas se olhem no espelho e não se reconheçam. Elas acham que não combinam com o mundo. Inicialmente, eu achei que isso fosse mudar com o tempo. Lamento, do fundo de meu coração, dizer que não mudou. Continuamos aqui, mas continuamos achando que estamos ridículas, procurando de alguma maneira alcançar aquele nirvana que fará de nós mulheres tão adornadas como as senhoras dos anos 50. Isso só pode acontecer porque algumas de nós, ao invés de partilhar as promoções de roupas modestas nas lojas, continua contando todas as lamúrias do próprio caminho de mudança. “Você não sabe o quanto é difícil” é praticamente um convite para “eu não vou me meter nisso”.

Eu posso dizer que sempre tive muita boa vontade nas minhas discussões. Eu pensava muito sobre o fato de padre Pio se recusar a dar comunhão às mulheres de calça, por exemplo. Nunca afirmei que era esse o motivo principal, mas era algo que eu questionava muito. Um dia, minha irmã e eu conversávamos sobre um “Meme” de facebook que trazia uma citação de São João Maria Vianney, sobre os bailes da época. Parafraseando o santo, ele falava sobre as malícias desse evento, e – se eu não estiver errada – é dele que vem a história de que o anjo da guarda abandonava as pessoas na porta do baile, tamanha a perdição. Todos nós estamos de acordo que um baile daquela época devia ser uma coisa muito tênue, comparada com hoje. O problema é que as pessoas não estavam usando esse meme para dizer que tudo piorou muito e, portanto, você igualmente não deveria frequentar uma boate por conta das ocasiões de pecado (algo que eu concordo completamente), mas para dizer que você não deveria ir ao cinema ou ao barzinho. Pois, sim, é uma verdade que nossos ambientes atuais são bem piores que os bailes da época de São João Maria Vianney. Seu quarto provavelmente é pior do que aquele baile. Mas as pessoas que fizeram esse meme e propagam essa idéia esqueceram dos outros fatores da equação: nós também estamos muito piores que aquele baile e concomitantemente as pessoas de antes eram bem melhores. Isso não quer dizer que não haja salvação para nós, mas sim, que como pessoas piores, tudo ao nosso redor é pior. Como se resolve este dilema? Honestamente, eu não sei. Não faço ideia. Prefiro não ir à boate, mas vou ao cinema com minha família e espero sinceramente que meu anjo da guarda não me abandone na bilheteria.

A abordagem é sobretudo uma questão de impulso: depois de dar tantas dicas de moda modesta, eu acho que não tenho muito mais o que acrescentar. As coisas se repetem muito. Quase todas as postagens se tornaram uma variação de coisas que eu já havia postado antes, e como infelizmente, não é  algo que se encontra nas lojas, o volume que eu agreguei me parece mais do que suficiente. O motivo principal, pessoalmente falando, é que eu não gostaria de ser mais uma referência no assunto, ser reconhecida na rua, ser adicionada no facebook unicamente porque acham que eu vou poder ajudá-las a “mudar’ e a enfrentar seus dilemas, pois acho que nunca pude fazer isto. Cá entre nós, nunca ajudei nem minhas amigas mais próximas… me entristecia isso, mas é verdade. Eu não posso mudar o fato de que seu marido a acha feia de saia, nem com a saia mais bonita do mundo. Não posso mudar o fato de que você vai ser considerada bem estranha pelo mundo aí fora, se for todos os dias de roupa modesta para o trabalho. Quando digo que não quero ser mais uma referência é porque isto, de muitas formas, se tornou um peso espiritual maior do que  o que eu consigo lidar no momento.  Continuo achando a modéstia importante, já superei há muito o estranhamento de vestir saias e vestidos abaixo do joelho,e tirando alguns exageros mencionados, me orgulho deste blog, mas gostaria agora de partir para outros projetos pessoais. Me encanta a ideia do ostracismo nesta tradicional (ou não) blogsfera católica, mas acho difícil alcança-lo de todo, porque meus projetos futuros podem incluí-la. Por ora, no entanto, parece ser exatamente aquilo de que estou precisando para me dedicar a coisas novas.

Agradeço muito a Deus e a Nossa Senhora pela oportunidade de crescer muito em diversas questões; pelas pessoas maravilhosas que conheci neste caminho; pelas incontáveis orações que me ofereceram… este blog permanecerá no ar por um período curto, e irei fechá-lo principalmente porque estando aberto, não encerro esta etapa, e continuarei em evidência, o que, atualmente, não é o meu desejo.

Muito obrigada por tudo, todos vocês que me acompanharam. São em média 2500 visitas diárias, em mais de 4000 visualizações por dia. Mais uma vez: rezem por mim!

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Longo fresco para o verão

16 dez

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Saia longa com tênis

23 nov

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Rosa claro: três vestidos

22 nov

 

Rosa claro: tom feminino e delicado, que cai muito bem em quem tem a pela clara. Dê uma olhada nestes modelos!il_570xN.386196579_axnx

De tricoline algodão, modelo modesto e básico para o dia-a-dia, perfeito para a Santa Missa!il_570xN.386258146_kesi

Algodão com bordado (pode fazer algodão com renda presa no forro, para resultado semelhante) para eventos diurnos!il_570xN.431629757_5d3lCambraia leve com bicos de renda para passeios ao ar livre!

Sugestão de tom para peles morenas: onde for rosa, substitua por vermelho, suave ou cor de sangue.

Sugestão de tom para peles negras: onde for rosa, substitua por verde, musgo ou cor de folha escura.

 

Vestido longo + bico de renda

21 nov

Salve Maria!

Lindo modelo longo para o verão, com decote quadrado (cuidado para não ficar muito baixo). Feito de cambraia com bico de renda, está muito delicado nestas duas cores. Lindo para você que deseja um modelo para passear ao ar livre! 549732_501100349910401_1020780826_n 598485_507058939314542_142742712_n

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