Tag Archives: especial anos 40

Obrigada por acompanharem a Semana Especial anos 40

1 jul

Salve Maria!

Agradeço a todas que por aqui passaram durante a semana, para acompanharem o Especial Anos 40… com estes especiais aprendo muito, pois vou pesquisando alguns meses antes, com o objetivo de trazer algo interessante para vocês… este é apenas um recorte, pois não é possível colocar todas as coisas nos posts! Mas assim é a vida, e vocês ficam com a melhor parte, já que eu filtro muita coisa!

Com esta semana aprendi especialmente sobre o real uso da calça por parte das mulheres nos anos 40, além de ter me inspirado muito para o meu guarda-roupa de hoje! Espero que vocês também tenham tirado um bom proveito!

Fiquem com Deus, e espero que em breve eu possa nos presentear com outra semana especial! Aguardem, pois se Deus quiser, teremos outras! 

Segunda Guerra Mundial: Rosie the Riveter

1 jul

Muitas pessoas conhecem este símbolo feminista, reproduzido até hoje por movimentos do gênero… mas na verdade, ele foi um pôster de propaganda do governo americano na II Guerra (que, por sua vez, era uma cópia de um pôster semelhante da União Soviética). Conhecido como Rosie The Riveter [algo como Rosie, a rebitadeira], ele encorajava as mulheres à irem para as fábricas, tomar o lugar dos homens…

Mais do que apenas encorajar, ele lançava mão de toda uma estética masculinizante… ao colocar esta mulher colocando os “muques” para fora e arregaçando as mangas, ele foi um dos retratos fiéis da década, pois muitas das mulheres que de fato foram para as fábricas no período da guerra, mal podiam ser distinguidas desta caricatura.

A estética masculizante do período só foi quebrada quando Dior lançou o New Look, em 1947. Foi uma realidade muito dura! Li alguns livros e artigos que falavam do assunto, mas nenhum estudava com profundidade a questão das mulheres terem ido para as fábricas… gostaria de saber mais do ponto de vista das que se recusaram, por exemplo. De qualquer forma, estas imagens nos mostram mulheres em atividade nesta época… em uma atividade que nada condiz com a feminilidade!

A foto abaixo me deixou repugnada! Olhem só estas mulheres, neste estado deplorável… não parecem apenas homens, parecem homens sem modos! Eu entendo que algumas delas tinham real necessidade de trabalhar neste período, mas elas tinham que ficar reduzidas a isto?? Bem se vê que isto nunca foi lugar para uma mulher – ontem e hoje elas não podem ocupar tais “posições” sem renunciarem a si mesmas.

Bom, o uniforme desta aqui deixa claro que ela não pegou a roupa emprestada do marido… já estava usando a “calça de mulher”…

Vejam o vídeo com a musiquinha que tocava, incentivando a perfeita “Rosie”…

Serve para a gente dar uma olhada em como as coisas aconteceram! Salve Maria!

Galeria anos 40 #2

1 jul

Mais uma galeria anos 40 para você se inspirar!

Aproveite as imagens para ter idéias para vestidos e roupas modestas!

Estes vestidos precisam de mangas… e esta fenda do segundo vestido precisa ser removida – no lugar, complete a fileira de botões.

Amo este lindo detalhe na gola… não sei como faz; mas quero fazer um vestido assim!

Jeitinho de camponesa… lindo!

Vestido envelope básico!

O modelo do vestido branco parece com a fotinha que eu coloco do lado do meu blog… amo!

Salve Maria!

“Mantenham a saias curtas”

30 jun

Mantenham as saias curtas! Protejam as pernas americanas!

Estas foram algumas das reivindicações de alguns grupos de mulheres quando, em 1947, Dior lançou o New Look, nova maneira de se vestir que impôs toda a década de 50 com seus vestidos amplos e rodados.

Na época, os efeitos da Guerra ainda afetavam as famílias. Embora houvesse algo de genuíno nas críticas ao estilo de Dior por conta do alto preço de suas roupas, o livro Fashion of a Decade: The 1940s [Patricia Baker] traz a interessante informação de que algumas mulheres viam no novo estilo uma maneira de devolver as mulheres à antiga condição, antes da guerra – ou seja, ao lar[Vejam a relação entre roupa e ideologia]. Mais ainda: elas achavam que o novo padrão de saia estava sendo implantado para “esconder as pernas das mulheres”, o que para algumas era simplesmente um “atraso”. Eu achei isso muito significativo! Mulheres que se juntam para reclamar o direito de ter as pernas à mostra… [como se sabe, o comprimento preferido da década de 40 foi o limite dos joelhos]

O New Look de Dior:

É claro que estes protestos não deram em nada, pois os anos 50 foram completamente dominados pelo estilo Dior – que, segundo dizia, tinha por objetivo devolver a feminilidade à mulher, que durante a década de 40 estava “excessivamente” masculinizada.

Claro que a moda dos anos 50, em termos de modéstia, pode ser facilmente identificada como mais feminina… até mesmo a vocação da mulher como esposa e dona-de-casa foi mais valorizada neste período, e muitas mulheres, tão logo a guerra acabou, retornaram à vida doméstica. Como nem tudo são flores, nos anos 60 veio a mini-saia e a revolução sexual… e terminamos como terminamos. Mas isto é uma outra história!

Fato é que todas as mulheres se curvaram à moda… quase não se viu comprimento nos joelhos, e todas adotavam o novo estilo de Dior… assim, como todas aderiram à mini-saia depois… todas?! Nem todas… sempre existiram mulheres que não aceitaram a imodéstia, a despeito da moda dizer que tudo é normal, e sempre existirão mulheres dispostas a mudar, caso tenham servido às modas indecentes por tanto tempo…

Fica para nós a lição: se elas se juntaram para reclamar o direito de mostrar as pernas, nós podemos igualmente nos juntar para defender o pudor… pois a verdade é que ainda hoje estas mulheres se juntam, para usar vestidos curtos na faculdade, e acaso nós não podemos defender o que realmente dá glórias a Deus? Claro que podemos… pois a nossa luta não é para ser vencida aqui – onde é certo que só vem modas piores – mas no Céu, como convém as Filhas de Maria!

Fiquem com Deus!

1946: O ano em que lançaram o biquini

30 jun

A editora de moda Diana Vreeland escreveu:

 O biquíni é a invenção mais importante deste século (20), depois da bomba atômica. 

De fato, o próprio nome (biquini) vem de uma explosão no atol do Pacífico, quando bombas atômicas foram testadas lá pelos Estados Unidos. A criação do biquíni é disputada por dois estilistas franceses: primeiro, Jacques Heim apresentou o “átomo” como “o menor maiô do mundo”; em seguida, Louis Réard mostrou o “bikini, menor que o menor maiô do mundo” e ficou com a fama do criador da peça [wikipedia].

Como escreveu alguém na época, todas as zonas erógenas [a exceção da intimidade propriamente dita] estão expostas com o uso do biquini – e até mesmo a intimidade não está livre de aparecer, com os movimentos de uma pessoa na praia. É a mais completa negação do pudor, pois torna todas as definições dele inúteis. Se alguém usa esta peça, já não deve se preocupar com saias curtas, decotes reveladores, calças apertadas… na praia se revela praticamente tudo.

Há cerca de 2 anos escrevi um texto para o apostolado Moda e Modéstia chamado “Moda Praia: Moral de situação?” , que contava um pouco da história do biquini. Algumas moças não gostaram nada dele, pois elas mesmas – católicas, diga-se – reivindicavam o direito da nudez, duramente conquistado pelas strippers e prostitutas. Sim: pois somente elas se arriscaram a usar a peça na época. Eis um trecho do que escrevi:

A católica olha para o biquíni em cima da sua cama – aquelas duas peças tão pequenas! – e ainda sente dúvida se deve voltar a aparecer na frente de quem quer que seja com ele. Ela ignora completamente como aquilo surgiu, como foi motivo de escândalo, como ele diminuiu incrivelmente desde a sua criação, como somente as strippers (!!) aceitaram fazer a divulgação desta peça na ocasião do seu lançamento, numa época em que mesmo as modelos liberadas se recusaram a fazer a publicidade dele. E hoje, uma mãe de família, uma católica, uma devota de Nossa Senhora, faz pior do que a stripper Micheline Bernardini e usa-o tranquilamente nas praias e piscinas, entre amigos e estranhos.

Micheline Bernardini foi a stripper de 19 anos [que provavelmente se prostituía desde criança] : a única que, na época do lançamento, aceitou aparecer em público com a peça –  nada difícil para alguém que ganha a vida tirando a roupa. 

Se alguém reivindica o direito de usar o biquini – sob o pretexto de que os tempos são outros -, deveria igualmente se questionar porque em 1946 e em 2011 as strippers continuam sendo aquelas que tiram a roupa em boates e coisas do gênero por dinheiro, enquanto as mães de família mudaram radicalmente. Sob a visão de uma católica que exige – é o termo mais apropriado – usar esta imoral roupa de banho, a mulher devota desceu ao nível da stripper, pois o biquini continua o mesmo (na realidade, ele diminuiu) e as mulheres que tiram a roupa também. 

Na verdade, a despeito do mundo, as católicas dignas deste nome, que tem amor à Santíssima Virgem e a Seu Divino Filho, continuam as mesmas, pois 6o anos não são capazes de reduzir a sua alta dignidade à nível tão baixo. Todas nós podemos, com um pouco de boa-vontade e bom senso, perceber quais atitudes combinam com pessoas que buscam a santidade, e quais combinam com aquelas que preferem os parâmetros deste mundo pagão.

Consultei alguns livros de moda e artigos na internet sobre o lançamento do biquini, e todos eles são unânimes em afirmar que, na época do lançamento, o Papa Pio XII assinou uma nota emitida pelo Vaticano condenando o biquini e proibindo todas as católicas de usá-lo. Infelizmente, nunca encontrei esta nota, embora eu acredite que ela exista, pois para além do Papa Pio XII ter escrito diversas coisas sobre a modéstia cristã, esta atitude é de todo coerente com a moral da igreja. Se a nota de fato existir, significa que, para além de ser bastante óbvio que a peça é inaceitável, houve uma proibição oficial vinda de um Papa, proibição esta que jamais foi desautorizada. Em outras palavras, católicas que fazem uso do biquini hoje, e por isso estimulam seu uso, pecam gravemente contra esta ordem.

A maioria das mulheres sente que não é normal aparecer diante dos outros vestindo quase nada. Que mulher pode dizer que nunca se sentiu constrangida por causa do maiô ou do biquini? Qual de nós pode dizer que nunca sentiu vergonha do próprio corpo e quis desesperadamente emagrecer para voltar a frequentar a praia? Quem nunca evitou ir à praia com alguns conhecidos, por constrangimento de revelar as formas? Na praia todos querem o impossível: um anonimato que atraia os olhares de admiração dos estranhos e a mais completa fuga de Deus, que está em todos os lugares, e não apenas nas igrejas, na hora da Santa Missa.

Possamos nós, católicas devotas de Nossa Senhora, entender o que é ser realmente modesta aos olhos de Deus, e não sejamos mais um espinho na coroa de Nosso Salvador. Jesus Cristo morreu por nós e nos resgatou das imundas mãos do Demônio: eis o altíssimo preço que nós custamos. Nós valemos muito, muito mais do que desejam nos reduzir: mais do que uma stripper, com certeza. 

Que Nossa Senhora, a Rainha Absoluta da Modéstia, interceda por nós – e terrível como exército em ordem de batalha, venha para esmagar as modas indecentes deste mundo: pois não duvidamos de que, uma vez que em 1917 Nossa Mãe falou sobre as modas imorais, um dos castigos de Fátima seja justamente punir a lama de imodéstia na qual o mundo está afundando. Ave Mater Modestissima, ora pro nobis!

Se eu montasse um guarda-roupa inspirado na década de 40…

30 jun

Salve Maria, moças!

Uma das coisas mais divertidas de se ter um blog de modéstia é ficar montando guarda-roupas imaginários, de acordo com o tema que estou escrevendo no momento. O que eu gostaria de vestir de eu vivesse nos anos 50? Se eu estivesse começando hoje a mudar para Nossa Senhora? O que eu vestiria se eu tivesse 16 anos? E se eu precisasse ir numa festa?

Uma parte desses guarda-roupas também vem de perguntas e sugestões… e eu acabo pesquisando e guardando um monte de coisa no meu computador! Se eu não posto tudo é realmente por falta de tempo…

Este aqui é meu guarda-roupa inspirado nos anos 40! Gostaria de abrir meu armário e ter estas peças à disposição – mas como eu não sou rica nem nada, ficaria muito feliz se pelo menos pudesse mandar fazer 3 peças [vou aumentar esse número quando eu mesma estiver costurando]. É claro que eu também gostaria de ter vestidos inspirados em outras décadas, e muitas outras peças da “atualidade” [porém, modestas]. Por isso, os posts acabam me ajudando a decidir o que eu vou querer de verdade – como se sabe, não se pode ter tudo!

Eis meu singelo guarda-roupa 40’s:

O vestido da esquerda é de renda mais fechadinha e é forrado, e seria o meu vestido de festa – caso eu tivesse alguma ocasião especial. Claro que o meu vestido seria super modesto, não seria justo e as mangas seriam um pouco maiores.

O vestido da direita é o do “cotidiano”, e eu faria o mercado de casa com ele, entre outros afazeres!

Vestido da esquerda: este seria o meu vestido de missa. Não está adorável? Combina perfeitamente: é lindo, discreto, de mangas longas, modesto, leve [é de crepe]… penso seriamente em fazer um modelo assim para usar aos Domingos.

À direita você vê o meu vestido de passeio. Quando meu marido e eu fôssemos sair para algum lugar, esta seria a minha escolha. É de algodão, estilo camponesa, com este delicado bordado… 

Para dar aulas, eu escolheria este vestido verde e branco: o corte dele está muito elegante; ficaria muito bom com um cinto fino preto, o que o deixaria mais formal.

O vestido bege com fita de cetim é a minha escolha para festas de família, como o Natal, aniversários, etc. Gostei muito do modelo, principalmente das mangas! Não está lindo para que eu pose nas fotos?

Mas, você deve estar se perguntando… o que poderia combinar com estes belos vestidos? Que sapatos e acessórios? Bem, nos meus sonhos, gostaria de ter alguns destes modelos de sapatos à minha disposição:

Quantos aos acessórios, penso em fazer cachos nos meus cabelos [que já são naturalmente cacheados] tal como o tutorial que saiu esta semana. Mas como não é possível usar os chapéus da década de 40, penso em usar tiaras e alguns enfeites discretos. Eis agumas idéias:

Usando saias, eu faria algumas escolhas simples, que fossem confortáveis e serivissem para diversas ocasiões. Eis algumas de minhas escolhas:

 

Este conjunto está muito bom para usarmos durante a semana… eu costumava me vestir assim para ir à faculdade. Creio que moças na mesma situação possam igualmente aproveitar conjuntinhos como este!

Opções de blusas:

É possível fazer muitas combinações tendo estas no armário. Como estamos em época de frio, e nos anos 40 se costumava usar muitos casaquinhos, estes são os que gostaria de ter:

 E as opções de saias:

Gostaria de ter os seguintes acessórios:

A primeira bolsa é a minha bolsa de sair, que eu usaria com minhas roupas de missa, e também para dar aulas no colégio.

Depois, você vê o meu lindo echarpe com bolinhas vermelhas… amei a cor!

Embaixo e à esquerda, é o meu lindo xale de renda, belíssimo para quando eu for à missa dominical, por exemplo.

Ao lado, a minha bolsa de passeio!

O que acharam das minhas escolhas? É este o meu guarda-roupa inspirado nos anos 40 – e a verdade é que eu estou inspirada por estas peças, e planejo algumas para meu guarda-roupa de verdade!

Fiquem com Deus!

Noivas 40’s

30 jun

Salve Maria!

Neste post trago alguns vestidos de noiva da década de 40… que não foi uma década muito fácil para casar…

Nos Estados Unidos a coisa estava difícil, mas na Inglaterra estava ainda pior: foi preciso implantar um sistema de cupons com valores determinados de quanto uma pessoa poderia gastar por ano com roupas [o mesmo aconteceu com a comida]! Até mesmo a rainha Elizabeth, que se casou em 1947, só teve direito a alguns cupons a mais para fazer o seu vestido de noiva! 

Em geral, os vestidos eram simples e modestos [nos dois sentidos da palavra]. É portanto, uma boa época para se inspirar, pois a nossa época é a dos casamentos caríssimos, em que o vestido de noiva custa uma exorbitância… faz a gente pensar no real valor das coisas. Talvez a gente esteja acostumada a encontrar tudo pronto demais, e ache que não exista outra alternativa, a não ser pagar 3 mil reais num vestido alugado… isto não é verdade! Temos de re-aprender a cuidar destas coisas: quando a dificuldade vem, as pessoas se fortalecem e aprendem outros caminhos para suprir as necessidades.

Nestas fotos [acima e abaixo], vestido de noiva e vestidos de festa das convidadas.

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Este modelo de vestido foi um dos mais copiados do período: parece um blazer fechado, com uma saia pouco volumosa…

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A atriz Shirley Temple se casou em 1945, e seu casamento reuniu milhares de pessoas na porta da igreja.

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Este modelo ostenta uma cauda enorme… mas isto não era muito comum nos anos 40.  Em geral, os decotes tinham um desenho que lembrava uma figura geométrica; os ombros mantém o mesmo formato largo do período, com as mangas levemente bufantes.

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Linda foto de uma noiva da época…

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O modelo abaixo dá uma boa ideia se você está interessada em copiar este estilo para o próprio vestido de noiva:

Um modelo relativamente simples, de mangas longas, com bordados na gola… [amei!]

Abaixo, foto de um casamento da época:

A simplicidade destes noivos me encantou! Veja como ela sorri sem nenhuma afetação, e como ela está devidamente coberta neste dia tão especial… 

Abaixo, um modelo um pouco mais elaborado, e muito bonito:

Eu achei tudo neste modelo especial: as mangas, o busto, a saia, a cauda, a renda… lindo mesmo… o corte do vestido lembrou o meu próprio vestido de noiva.

Mas nem todas puderam ter um vestido de noiva nesta época, e muitas casaram assim:

Isto é que é se adequar a própria realidade!

As moças que costuravam se davam melhor; por isso costurar é uma das metas da minha vida! Rs…

Fiquem com Deus!

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