[Teus Vestidos Retrô]: Vitrine dos anos 90

Lembro-me claramente de algumas coisas marcantes da moda feminina dos anos 90, especialmente, claro, por conta daquilo que minha mãe também usava. Uma das coisas que ficaram na minha memória foram as estampas e as cores fortes. Havia muito dourado – como nos botões do conjunto acima -, laranja e vermelho. As saias e vestidos ainda eram mais longos, e o padrão de elegância previa as meias finas, embora o costume estivesse desaparecendo a cada ano.

Um padrão como este era relativamente comum no início dos anos 90, mas foi sendo gradativamente substituído e estigmatizado. Olhando para trás, estampas como esta me lembram cortinas e tapeçarias… minha mãe tinha muitos vestidos e blusas com temas semelhantes…

Mas os anos 90 – tão conhecidos pelo estilo básico, jeans e camiseta – realmente tinha estas coisas, como se vê na foto acima? Havia mulheres que realmente usavam este tipo de coisa? E era assim, tão comum? Uma pessoa comentou comigo: “Só quando a gente olha para trás é que percebe como as coisas eram de fato… em filmes e séries da época, a gente consegue observar isso… “

Blusas estampadas de manga longa, geralmente feitas de um material como seda: uma marca registrada! 

Lembro de vestidos com este tipo de babado! Eles voltaram à moda atual, mas em batas e blusas de malha.

Vestido longo – lembrando o padrão elegante dos anos 80, porém com menos volume.

A dupla “preto e branco”: um hit da época.

Os blazers ainda são longos, cobrindo boa parte dos quadris.

A saia longa reta estava presente em muitos conjuntos sociais…

O twin-set era muito usado!

O monocromático – dos anos 80 – agora em cores mais sóbrias.

Vestidos longos e com mangas! Não era difícil encontrar opções modestas assim…

Alguém lembra desse estilo de vestido? Eu me lembro! Por vezes lembravam um blazer grande, que haviam alongado para ser uma peça única…

[Teus Vestidos Retrô]: Cores dos anos 60

Salve Maria!

Na seção de hoje, vamos ver alguns visuais dos anos 60, cujo ponto forte são as cores. Nós, que encomendamos nossas roupas na costureira (ou até mesmo costuramos), podemos tirar bom proveito de alguns cortes e modelagens, bem como das cores, para sairmos do óbvio.

O conjunto à direita me agradou bastante, com esta elegante gola e pregas das saias. Ficaria lindo na cor rosa! Faz parte da minha lista, com certeza! Acho que vestiria muito bem, sem alterações, para os dias de hoje.

Sobretudo volumoso e vermelho! Muito sofisticado…

Dois vestidos que podem ser facilmente copiados por nós. Gostei dos tons e do estampado. Note como nos anos 60, havia esta forte moda de usar pequenos chapéus, gorros, etc.

Belo estampado de flores e gola alta! Um detalhe para nos inspirar!

Inverno com destaque para os acessórios!

Gostei do blazer, só acho que deve ser usado com uma blusa interna…

Destaque para as saias, de cintura mais baixa. O modelo do vestido rosa está uma graça!

Conjunto laranja, com botões de inspiração oriental… só não gosto muito desta gola suspensa, me dá a impressão de que ela não arruma direito no corpo.

Vestido + sobretudo estampado: uma idéia bonita para os locais de frio intenso…

Visual super 60: cores, cabelo, luvas!

Conjunto de tweed verde musgo.

Vestido + casaqueto rosa: super feminino… note o broche, um acessório muito comum da época.

Um vestido com forte apelo dos anos 50, exceto pelo volume da saias que já está visivelmente menor.

Divertido e alegrinho: conjunto estampado colorido e o outro com apelo colegial.

Super amarelo: elegância no conjunto de lã!

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Espero que tenham gostado do post, e que tenha servido de inspiração.

[Teus Vestidos Retrô]: Como se usavam anáguas

Muitas pessoas desejam saber como se obtinha aquele efeito super rodado dos vestidos “new look” dos anos 50… muito pano, volume, godê e … uma boa anágua. Anáguas podem mudar o estilo do vestido, dependendo de como ela é por baixo. Para que a gente conheça o modo como isso era feito, eu traduzi e adaptei este tutorial. Boa leitura!

Vejamos algumas respostas de como usar a anágua correta com a saia/vestido correto.

Uma coisa a ser observada é o tamanho da anágua. Se ela for menor do que o vestido, irá “quebrar” o comprimento do mesmo. Veja o exemplo nas imagens abaixo:

Muitas vezes, se fazia necessário usar não uma, mas várias anáguas para obter o efeito desejado. Abaixo, o autêntico vestido dos anos 50 e as três anáguas que, usadas juntas, dão o efeito desejado:

Um visual autêntico dos anos 50, no entanto, não deveria deixar a barra da anágua à mostra.

A seguir nós temos um vestido típico do final dos anos 50, início dos 60; saia semi-rodada, menos cheio e mais curto que o anterior.

Com a anágua acima, é possível adicionar um pouco de volume, usando apenas uma camada:

Agora, um exemplo de como se pode exagerar no uso da anágua, adicionando um volume extra de camadas. Perceba como o vestido – que não requer tanto volume, pelo fato de não ser tão amplo – parece esticado e cheio de “gomos” com a anágua errada:

Havia também a chamada “saia de círculo” nos anos 50, que era bastante aberta, como um guarda-chuva. O segredo era a anágua correta!

O efeito:

Não é possível ter o efeito correto dos vestidos dos anos 50 sem a anágua ideal!

[Teus Vestidos Retrô]: Anos 80

Salve Maria!

Inaugurando a seção Retrô do blog, vamos comentar uma vitrine com autênticos visuais dos anos 80! Quem diria que há bem pouco tempo atrás, os padrões eram outros. Eu sempre comento com algumas pessoas: hoje há quem rejeite uma saia midi ou ateste que certo modo de se vestir é propriedade de  “pessoas quadradas”, mas basta a moda ditar uma coisa, que isto vira a forma de vestir mais comum do mundo. Um padre comentou isso num livro – não lembro agora qual – antigo. Ele fazia o maior esforço, nos anos 60 (lançamento da mini-saia)  para as mulheres usarem uma saia que cobrisse pelo menos os joelhos. Na época, ninguém queria, afinal este tamanho era coisa de gente “atrasada”. Pois bem, então vieram os anos 70, com as saias e vestidos longos, e aquelas mulheres que não usavam uma saia média por nada… todas aderiram ao tamanho maxi. Eis como agem as vítimas da moda.

Aqui, claro, apresentamos algumas coisas interessantes dos anos 80, dentro do padrão de modéstia- pois sabemos que há outras “modas” extravagantes desta época; o ponto aqui, no entanto, é perceber como desapareceu completamente o modo de se vestir com mais recato, sem que isto esteja restrito a um grupo tão específico, tal como é hoje.  Cobrir o corpo só é algo anacrônico na nossa época, e no futuro – o que é certo, pois o Imaculado Coração triunfará – nada será tão datado quanto a imodéstia dos nossos dias. A verdade é que usar roupas que realmente cobrem o nosso corpo é uma coisa eterna. Começou quando Deus vestiu Adão e Eva no paraíso.  

Vejamos algumas características interessantes desta época!

Roupas para jovens: um padrão quase dos anos 40 e 50. Os anos 80 tinham um lado muito romântico, como se nota pelo grande ícone da época: Lady Di.

Modelagem enorme e volumosa: era muito comum que os casacos e moletons (peça básica da época!) parecessem um ou dois números acima do que a pessoa aparentava usar.  O look monocromático também era uma marca registrada dos anos 80. 

Romantismo nas golas; notem também como praticamente todas as peças dos anos 80 – blusas, vestidos, casacos – tinham ombreiras.

O uso de meia calça era relativamente comum.

Editorial de inverno.

Algo possível apenas nos anos 80: olhem o uso da cor rosa, uma das preferidas da década! Havia um lado extravagante no uso das cores; a estampa do vestido é típica do período, estampado com cores fortes, de flores.

Visual clássico : manga longa e gola fechada. 

Penteado comum do período: franja lateral e presilha de laço. Com certeza muita gente lembra disso! E os lacinhos?! 

A cor branca era muito usada! E esses óculos [estranhos]? Os cabelos cacheados e naturais estavam em alta, e os cortes eram repicados para dar ainda mais volume! À esquerda, modelagem de saia que praticamente só existiu nos anos 80: justo em todo quadril e rodado no restante.

Beleza e maquiagem:

Sobrancelhas desenhadas, pouco afinadas e geralmente escuras, mesmo quando a mulher é loira; tom do batom forte e olhos marcantes.

 

Tamanho longo:

Como podem ver, as mulheres usavam muitos penteados com o cabelo preso. Muito elegante!

Mangas bufantes:

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Não perca a galeria Lady Diana nos anos 80!

Salve Maria!

Nova seção do blog: Teus Vestidos Retrô

Todas as sextas-feiras, até o fechamento da seção e quando não houver impedimentos para posts, haverá o momento Retrô em Teus Vestidos.

Serão posts especiais de várias épocas da moda, com dicas de estilo, sugestões de roupas, vitrines da época, curiosidades, entre muitas outras coisas! 

Servirá para que possamos conhecer um pouco mais sobre a história da moda feminina, formando nosso bom gosto e também nosso senso crítico.

A primeira sexta-feira, dia 25 de maio, será dedicada aos anos 80. Não perca!

Inspiração Oriental

Salve Maria!

A tradicional moda oriental é muito delicada… e assim o é porque reflete muito da feminilidade da mulher, com seus tecidos fluidos, xales,  flores, detalhes… este aspecto da cultura asiática é particularmente muito bonito. Historicamente, nos deixa registrado como uma cultura tão diferente da nossa criou um vestuário  realmente singular para a mulher … podemos fazer uma comparação com a cultura ocidental, por exemplo, e olhar para épocas passadas, para os vestidos da Idade Média e do Século XVIII… 

A feminilidade e a diferença necessária entre o vestuário do homem e da mulher é algo que nos falta muito atualmente. A atual moda ocidental é simplista e unissex: nós bem o podemos comprovar nas ruas! Mas podemos fazer a nossa parte, fazendo uso de roupas e acessórios que marquem bem a diferença entre os sexos… para isso, a modéstia mariana!

Criei estes sets me inspirando nestas belas gravuras orientais… elas mostram um pouco da tradicional roupa chinesa feminina de tempos atrás. Ela se parece muito com a moda japonesa tradicional. Ambas  sofreram duros golpes no século XX: com o ditador comunista Mao, para além de todas as barbáries cometidas contra o povo chinês, houve uma rigorosa imposição para que homens e mulheres vestissem praticamente a mesma vestimenta, em cores determinadas… estava simplesmente vetado o uso das belas roupas femininas…

Já a moda tradicional japonesa foi praticamente proibida em nome do processo de ocidentalização do Japão. Segundo o site Cultura Japonesa, apenas a partir de 1945, após a guerra, é que se tornou obrigatório o uso de roupas ocidentais: algo que já havia sido imposto por decreto do governo antes da primeira guerra para homens… agora se estendia para as mulheres… e foi assim, por imposição, que as mulheres japonesas largaram as roupas tradicionais…

As minhas escolhas têm uma inspiração oriental, já que não é possível sair nas ruas usando kimonos – apesar de eu considerar bonito e culturalmente muito rico. Mas, como nós somos mulheres ocidentais, devemos sempre adaptar estas belas tendências de fora, para que não soe como uma fantasia.

Vamos às minhas escolhas?

As gravuras chinesas podem ser encontradas neste site AQUI. Na minha primeira escolha, um inverno brando como o de Salvador permite que se use este conjunto, sem que se passe muito frio. Trata-se de uma saia estampada na altura das canelas, que pode ser feita usando viscose, rayon, seda ou tecidos com caimento semelhante. Ela deve ser forrada. Os mesmos tecidos valem para a blusa lisa. Já o delicado xale pode ser feito com seda ou chifom de seda, com um delicado bico rendado na barra. Alguns acessórios completam este primeiro set, e você estará linda!

A saia de linho na altura das canelas traz os botões na frente para dar uma diferenciada. A blusa tem mangas quase longas – terminam cerca de um palmo antes dos pulsos – e pode ser feita de chifom, sendo bem forrada. Já o casaco de tricô aquece bastante no frio – e tem um toque especial graças ao seu modelo, que não tem botões ou qualquer tipo de fechamento; ele lembra a maneira de fechar do quimono da gravura.

 Delicadeza: eis o sinônimo deste set! A blusa de mangas longas pode ser feita de algodão ou linho tingido, e está num lindo modelo! O bolero estampado lembra a vestimenta da gravura, e pode ser igualmente preso à blusa; a saia de 1 palmo abaixo dos joelhos é de seda artificial, mas você pode fazê-la de algodão para o inverno.

Vestido maxi floral e xale de tricô: para tardes agradáveis! O vestido pode ser feito de challis, e o xale tem esta linda renda na barra. Ficará lindo sobreposto ao vestido, você não acha? A bolsa de palha e as sapatilhas são acessórios que eu gostaria de ter no meu guarda-roupa! Um visual feminino e modesto para você copiar…

Este set traz um modelo de blusa tipicamente oriental, nas cores branca e preta. Eu tinha uma blusa neste estilo, na cor azul marinha, que comprei numa lojinha japonesa que havia num shopping daqui. O modelo desta é mais simples, e pode ser mais facilmente copiada, pois o diferencial está sobretudo na maneira como a blusa é fechada. A saia pode ser feita do tecido que achar mais conveniente, pois o modelo permite usar lã, linho, algodão, challis, chashemere…

Eu amo vestidos delicados! Este vestido longo tem elástico na cintura para ajustar e dar forma; as mangas chegam a cobrir os cotovelos… você pode usar challis, malha de algodão, ou algum tecido com elastano, que tenha um caimento parecido. Gostaria de encontrar uma bolsa de palha parecida com esta! O xale branco completa o visual, para esquentar nestes tempos frios…

Lindo conjunto: saia de algodão com detalhe de renda, blusa também de algodão de mangas longas e bolero estampado de chifom de seda. A saia é longa e chega quase nos pés e protege as pernas do frio, pois deve ser bem forrada. Os acessórios delicados ajudam a compor o conjunto de inspiração oriental, e você lembrará bastante a moça da gravura…

Este set também está muito delicado: em Salvador eu poderia usar um conjunto semelhante no inverno; quem mora em regiões muito frias, deve guardar a idéia para o verão. A saia é de chifom forrada, e a blusa roxa pode ser feita do mesmo material, ou de musselina [deve ser forrada, claro]. Por causa da abertura e pelo fato de ser curta, esta peça deve ser usada com outra blusa de decote alto por dentro, para ficar modesto. Um blusa sem mangas de algodão cai bem, já que se tivesse mangas poderia “inflar” o modelo. 

Conjunto rosinha [observe o tom da sua pele, para não ficar “nude”] simples, que pode ser copiado para diversos tecidos, inclusive em tecidos mais quentinhos para o inverno, como lã. Apenas não terá muita fluidez, como na foto, mas nem por isso terá um caimento ruim. A sua saia deverá ser pelo menos 1 palmo abaixo dos joelhos, e pode fazer no modelo evasê, para não ficar justa. O casaco de tricô tem o mesmo modelo do casaco do segundo set do post, porém está numa cor escura [preto ou azul escuro, não consegui ver bem].

Vestido longo numa estampa que lembra os temas orientais… uma gracinha! Um modelo que pode ser feito de linho tingido ou de challis; mangas com bastante caimento… e elástico na cintura e na gola… mais uma idéia para o seu guarda-roupa.

Espero que tenham gostado destes sets, que fiz com muito carinho… a inspiração oriental tradicional é encantadora – uma pena que, como tantas culturas, ela esteja tão caricata atualmente… a moda japonesa moderna, por exemplo, têm muitas coisas grotescas; lembro-me de ter visto um livro sobre o assunto, em que muitas pessoas por lá andam literalmente fantasiadas pelas ruas, com cabelos das cores e formas mais variadas possíveis, com tantos piercings, tatuagens… tudo isso misturado com roupas medievais e de séculos  como o XVII, XVIII, XIX… uma verdadeira bagunça… mas isso é uma outra história, e terá de ser contada em outra ocasião…

Fiquem com Deus!

A moda nos anos 50 – Parte 2

Nesta parte vamos falar de algumas tendências que tanto fizeram sucesso nos anos 50. Nesta época, uma grande casa de costura poderia ter entre 500 e 800 funcionários, que trabalhavam em diferentes departamentos. As costureiras trabalhavam nos tecidos finos e delicados inteiramente à mão, para criar as peças exclusivas de grandes estilistas. Abaixo, você vê uma foto de um vestido com sua respectiva “roupa de baixo”. Daí podemos ter uma idéia do volume das peças!

Vestido de seda com bordões em maquina suíça.

Este estilo tão suntuoso recebeu duras críticas no início – por conta do excesso de gastos que cada peça produzia -, mas quando a princesa Margareth adotou o New Look, ele ganhou a popularidade que hoje todos nós conhecemos.  O estilista Pierre Balmain é o dono do vestido acima, e costumava dizer que – se tratando de vestidos – a costura é o ponto principal.

Terno de lã

Este modelo representa um dos mais típicos do início dos anos 50. Aos poucos os ternos foram ficando mais coloridos e com os ombros menos rígidos. Uma jaqueta como esta – ou como a do “bar suit” – usava quase 4 metros de tecido! Imaginem quanto não levava a saia! Daí se vê que não é um estilo nem um pouco econômico.

Vestido de noite.

Nos anos 50, os vestidos eram divididos em: vestidos do dia-a-dia, vestidos de tarde formal,  vestidos de coquetéis, vestidos de semi-noite, vestidos de noite. Ufa! Parece que – a despeito de ser bastante incomum – nos altos meios da moda, ainda está em voga usar tais referências. Acima, um vestido de noite luxuoso com transparência, um atributo bastante comum, inclusive dos vestidos de noiva.

Quem não conhece o modelo de Grace Kelly?

A fotografia e as ilustrações foram importantes para a divulgação da moda nos anos 50. No entanto, esta é a parte realmente sofisticada dos anos 50. Houve também a parte “trash”: Pin-ups”, saias com o desenho de um poodle, vestidos cujo decote tinham formato de coração, calças justíssimas – ao contrário do que dizem, a calça “feminina” não demorou nem um pouco para ficar colada – extravagâncias e mais extravagâncias. Se formos considerar tudo isso, a década de 50 foi bem brega. A imoralidade era muita, e o cinema (que propagava o estilo bonachão do americano, que só quer gozar a vida) ajudou a implantar um sem número de modas e de costumes péssimos. É só pensarmos que tipo de vida levavam as estrelas de Hollywood – drogas, divórcio, amor livre, suicídio… muitas tiveram fins trágicos!

Um exagero! Vestidos assim não lembram o figurino de E o vento levou?

Este modelo tem o nome de Zemire, por conta de uma ópera de Gretri. Para você ver como o mundo da moda era soberbo! Acho difícil que a mulher conseguisse se vestir sozinha num modelo desses…

Espero que tenham gostado destas informações! Uma época de ouro para poucas, mas que podemos adaptar para a nossa realidade!

Salve Maria!